Operação Compliance Zero: defesa nega ilegalidade de publicitário investigado

Defesa nega acusações na Operação Compliance Zero
A equipe jurídica de Thiago Miranda divulgou comunicado nesta quinta-feira (9) refutando qualquer vinculação do publicitário com práticas ilegais no contexto da Operação Compliance Zero. O alvo dessa investigação da Polícia Federal é o empresário que teria atuado em articulações ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo a nota de defesa, toda a atuação profissional de Thiago Miranda pautou-se pelos princípios de legalidade, transparência e respeito institucional, além do exercício legítimo da liberdade de expressão. Os defensores ressaltam que não houve participação em condutas criminosas, intimidação, coação ou violação de direitos alheios.
Garantias constitucionais e presunção de inocência
O advogado reafirma que a mera existência de investigação não autoriza condenação antecipada. Segundo a defesa, devem ser preservadas rigidamente as garantias constitucionais do devido processo legal, ampla defesa e contraditório, além da presunção de inocência até prova em contrário.
A nota também menciona que Thiago Miranda comparece disponível para fornecer esclarecimentos e colaborar com as autoridades competentes. A estratégia defensiva promete demonstrar a regularidade de todas as suas ações perante a lei.
Papel considerado central pela investigação
Contrastando com a posição da defesa, a Polícia Federal aponta que Thiago Miranda exerceria papel fundamental na organização sob suspeita. A décima fase da Operação Compliance Zero investiga ações coordenadas em plataformas digitais direcionadas a comprometer a credibilidade do Banco Central.
Os investigadores também analisam indícios de grupo dedicado à intimidação de profissionais de imprensa, ao monitoramento de integrantes de órgãos públicos e à obtenção irregular de informações classificadas como sigilosas.
Estruturação do Projeto DV
Conforme as apurações policiais, Thiago Miranda é apontado como principal orquestrador do denominado
