A atleta brasileira Nubia de Oliveira conquistou novamente o terceiro lugar na Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo o feito do ano passado. Mas, mesmo com essa conquista, ela não desiste de seu sonho de ser campeã da prova.
Com apenas 23 anos de idade, Nubia acredita que ainda tem um longo caminho a percorrer e que está ganhando muita experiência a cada participação na São Silvestre. Em sua quarta participação na prova, ela melhorou seu tempo do ano passado e se tornou a melhor atleta brasileira na corrida, com o tempo de 52 minutos e 42 segundos.
Em entrevista coletiva, Nubia afirmou que seu resultado inspira e impulsiona mais mulheres a participar do esporte e que se sente feliz em representar a força da mulher e da mulher nordestina. Ela também ressaltou que está muito feliz em ver o crescimento das mulheres na corrida de rua.
Há quase 20 anos, o Brasil não sobe ao topo do pódio da São Silvestre. A última brasileira a vencer a corrida foi Lucélia Peres, em 2006. Mas Nubia não desanima e continua treinando para alcançar seu objetivo de ser campeã da prova.
Na prova deste ano, a vencedora foi a atleta da Tanzânia Sisilia Ginoka Panga, que fez o tempo de 51 minutos e 08 segundos. Esta foi a primeira participação de Sisilia na São Silvestre e a primeira vitória de uma atleta da Tanzânia na prova. A vitória de Sisilia quebrou uma sequência de vitórias de atletas quenianas, que vinha desde 2016.
Para conquistar o feito, a tanzaniana precisou ultrapassar a corredora queniana Cynthia Chemweno, que liderou a prova nos minutos iniciais. Cynthia chegou em segundo lugar, repetindo a mesma posição do ano passado. Ela completou a prova com o tempo de 52 minutos e 31 segundos.
O quarto lugar foi da peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga, que chegou aos 53 minutos e 50 segundos. A quinta posição foi conquistada pela queniana Vivian Jeftanui Kiplagati, com 54 minutos e 12 segundos.
No masculino, o melhor atleta brasileiro também chegou em terceiro lugar, posição conquistada por Fábio de Jesus Correia. Ele afirmou que sempre tem o pensamento de ser campeão, mas que é preciso treinar muito para quebrar o tabu de quase 16 anos sem um brasileiro vencer a prova.
A última vez que o Brasil conquistou a São Silvestre no masculino foi em 2010, com a vitória de Marilson Gomes dos Santos. Neste ano, a vitória foi do etíope Muse Gisachew, que ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong nos minutos finais, com uma diferença de apenas quatro segundos.
Durante entrevista coletiva, Fábio celebrou sua posição na prova, mas também fez um pedido às autoridades: mais valorização e espaço de treinamento para os atletas. Ele ressaltou que é preciso abrir um espaço de segurança para treinar e uma pista segura.
O pódio da São Silvestre foi completado pelos atletas quenianos William Kibor e Reuben Logonsiwa Poguisho. Mas, além dos vencedores, todos os participantes da corrida são vencedores por terem superado seus limites e completado os 15 km da prova.
A São Silvestre é uma das corridas mais tradicionais do Brasil e do mundo, reunindo atletas de diferentes nacionalidades e níveis de experiência. Além de ser uma competição esportiva, a






