O processo de planejamento é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. É através dele que são definidos os objetivos, metas e estratégias que guiarão as ações da organização. No entanto, um plano bem elaborado não é suficiente para garantir o sucesso, é preciso que ele seja avaliado e aprovado pelas instâncias de governança da própria empresa.
O plano deve ser submetido à análise técnica e aprovação pelo ministério supervisor, bem como pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, conforme o caso. Essas instâncias são responsáveis por garantir que o plano esteja alinhado com os interesses da empresa e que seja viável e sustentável.
O Conselho de Administração é o órgão responsável por definir as diretrizes e políticas gerais da empresa, bem como supervisionar a atuação da diretoria executiva. É composto por membros independentes e representantes dos acionistas, e tem como principal função garantir a transparência e a eficiência na gestão da empresa.
Já o Conselho Fiscal é responsável por fiscalizar as atividades da administração, verificando a conformidade das operações e a adequação das demonstrações financeiras. É composto por membros eleitos pelos acionistas e tem como objetivo proteger os interesses da empresa e dos acionistas.
A avaliação do plano pelas instâncias de governança é importante por diversos motivos. Em primeiro lugar, garante que o plano esteja alinhado com a estratégia da empresa e com os seus valores e princípios. Além disso, permite que sejam identificados eventuais riscos e oportunidades que possam impactar o sucesso do plano.
Outro ponto importante é que a avaliação do plano pelas instâncias de governança traz credibilidade e transparência para a empresa. Ao submeter o plano à análise técnica e aprovação, a empresa demonstra comprometimento com a sua gestão e com os seus stakeholders, transmitindo confiança e segurança para o mercado.
Além disso, a avaliação do plano pelas instâncias de governança contribui para a melhoria contínua da empresa. Ao receber feedbacks e sugestões dos membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, a empresa pode aprimorar o seu plano e torná-lo ainda mais eficiente e eficaz.
É importante ressaltar que a avaliação do plano pelas instâncias de governança não deve ser vista como uma etapa burocrática, mas sim como um processo de diálogo e colaboração entre os diferentes órgãos da empresa. A troca de ideias e a participação ativa dos membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal podem trazer novas perspectivas e enriquecer o plano.
Por fim, é fundamental que o plano seja aprovado pelo ministério supervisor, que é o órgão responsável por regulamentar e fiscalizar o setor em que a empresa atua. A aprovação do plano pelo ministério supervisor é uma garantia de que a empresa está em conformidade com as leis e normas vigentes, o que é essencial para a sua sustentabilidade e reputação no mercado.
Em resumo, a avaliação do plano pelas instâncias de governança é um processo fundamental para o sucesso e a sustentabilidade de uma empresa. Ela garante que o plano esteja alinhado com os interesses da empresa e com as suas diretrizes estratégicas, além de trazer credibilidade e transparência para a gestão. Por isso, é importante que as empresas valorizem e deem a devida importância a essa etapa do processo de planejamento.






