Astrologia e investimentos parecem ter pouco em comum à primeira vista. Enquanto a primeira se dedica a estudar a influência dos astros na vida humana, a segunda é uma atividade mais racional, baseada em análises de mercado, números e estratégias. No entanto, um levantamento recente da Bolsa de Valores brasileira (B3) revelou uma curiosa relação entre esses dois mundos aparentemente distintos.
Com exclusividade, a B3 divulgou dados que mostram quais os signos mais representados entre os mais de 5,4 milhões de investidores da Bolsa. A pesquisa cruzou as datas de nascimento com os valores em custódia, ou seja, o montante que cada investidor possui aplicado em ações na Bolsa. O resultado foi surpreendente e revela padrões interessantes entre os diferentes signos.
De acordo com o levantamento, realizado no mês de agosto de 2020, os três signos mais representados na Bolsa são Leão, Peixes e Capricórnio. Os leoninos lideram a lista com 12,4% dos investidores, seguidos pelos piscianos com 10,4% e capricornianos com 9,6%. Em contrapartida, os signos menos representados são Sagitário, Áries e Aquário, com 7,8%, 7,7% e 7,5%, respectivamente.
Além disso, a pesquisa também analisou o valor médio em custódia de cada grupo de signos. Novamente, os leoninos se destacam, investindo em média R$ 89.483, seguidos pelos capricornianos com R$ 73.257 e pelos virginianos com R$ 70.581. Os menos representados, mais uma vez, são os sagitarianos, com um valor médio em custódia de R$ 53.859.
Mas o que esses dados revelam sobre a relação entre astrologia e investimentos? A resposta pode estar no perfil de cada signo. Os leoninos, por exemplo, são conhecidos pela sua liderança, determinação e capacidade de assumir riscos. Essas características podem ser um reflexo do sucesso de seus investimentos na Bolsa. Da mesma forma, os piscianos são conhecidos por sua intuição e criatividade, que podem ser vantajosas na hora de tomar decisões financeiras.
Por outro lado, os sagitarianos, que aparecem como os menos representados, são conhecidos pela sua impulsividade e dificuldade em seguir regras. Isso pode explicar o valor médio em custódia mais baixo entre esse grupo. Afinal, na Bolsa de Valores, agir por impulso e não seguir estratégias pode ser prejudicial aos investimentos.
É claro que esses resultados não podem ser generalizados e não existem comprovações científicas sobre a influência dos signos nas decisões de investimento. Afinal, a carteira de investimentos de cada pessoa é influenciada por uma série de fatores, como o seu perfil de investidor, condições financeiras e objetivos.
No entanto, é inegável que a astrologia exerce um grande fascínio sobre as pessoas e, de certa forma, pode influenciar suas decisões. Mesmo que de forma inconsciente, muitos investidores podem se identificar com as características do seu signo e, assim, acabar tomando decisões financeiras baseadas nesses padrões.
Mas, independentemente do seu signo, o importante é ter consciência sobre os seus investimentos e buscar conhecimento e estratégias para tomar decisões mais assertivas. É preciso ter em mente que a Bolsa de Valores é um ambiente de renda variável, ou seja, sujeito a oscilações e riscos. Portanto, é fundamental ter uma boa diversificação em sua carteira de investimentos e estar preparado para lidar com eventuais perdas.
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