Em uma entrevista recente à rádio Jovem Pan, a secretária de Meio Ambiente do estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, defendeu a privatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Segundo ela, a medida traria benefícios tanto para a empresa quanto para os consumidores, com um aumento real de apenas 15% nas tarifas.
A Sabesp é uma empresa pública responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto em 367 municípios do estado de São Paulo. No entanto, nos últimos anos, a companhia tem enfrentado dificuldades financeiras e críticas em relação à qualidade dos serviços prestados. Diante desse cenário, a privatização tem sido discutida como uma possível solução.
Durante a entrevista, Patrícia Iglecias explicou que a privatização da Sabesp não significa a venda da empresa, mas sim a concessão de parte de seus serviços para a iniciativa privada. Segundo ela, essa medida traria mais eficiência e investimentos para a companhia, resultando em melhorias na prestação de serviços e na qualidade da água fornecida.
Além disso, a secretária ressaltou que a privatização não afetaria a tarifa social, que garante descontos para famílias de baixa renda. Pelo contrário, a medida poderia até mesmo ampliar o alcance desse benefício, já que a empresa privada teria mais recursos para investir em programas sociais.
Outro ponto destacado por Patrícia Iglecias é a possibilidade de a Sabesp se tornar uma empresa mais sustentável. Com a privatização, a companhia poderia investir em tecnologias mais avançadas para o tratamento de esgoto e na redução de perdas de água, o que contribuiria para a preservação do meio ambiente.
A secretária também enfatizou que a privatização da Sabesp não afetaria a qualidade da água fornecida aos consumidores. Pelo contrário, a empresa privada teria metas a cumprir e seria fiscalizada pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), garantindo a qualidade dos serviços prestados.
Em relação ao aumento de 15% nas tarifas, Patrícia Iglecias explicou que esse valor é real e não nominal, ou seja, já considera a inflação do período. Além disso, ela ressaltou que esse aumento seria diluído ao longo de 30 anos, o que resultaria em um impacto mínimo para os consumidores.
A secretária também destacou que a privatização da Sabesp traria benefícios para o estado de São Paulo como um todo. Com a entrada de novos investidores, a companhia poderia expandir seus serviços para outras regiões, levando água tratada e saneamento básico para mais pessoas.
Diante dos argumentos apresentados pela secretária de Meio Ambiente, fica claro que a privatização da Sabesp é uma medida necessária e benéfica para todos. Com mais eficiência, investimentos e sustentabilidade, a companhia poderá oferecer serviços de melhor qualidade para a população, sem prejudicar os mais vulneráveis. Além disso, a medida trará benefícios para o meio ambiente e para o desenvolvimento do estado de São Paulo. É hora de olharmos para o futuro e apoiarmos essa importante mudança.






